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3 dúvidas dos filhos sobre o planejamento sucessório

Não me sinto preparado para substituir meu pai, como proceder nesse período de transição? Quando é realizado um planejamento sucessório, observa-se que novos papéis progressivamente são assumidos, tanto pelo pai quanto pelos filhos. O pai passa a exercer tarefas estratégicas para o negócio, ao mesmo tempo que agrega experiência e passa conhecimento aos filhos. Assim, encurtam-se caminhos e aumentam as possibilidades de acertos na gestão.

É nosso pai que nos une no negócio. Como ficará nossa situação com a saída dele? Usualmente essa pergunta vem carregada de emoção e aponta uma necessidade de profissionalização urgente. Comunicação e combinações se fazem necessárias. Ao realizarmos o planejamento conseguimos separar família x negócio e patrimônio. Saímos da esfera das emoções e podemos discutir de forma mais racional sobre o negócio. Precisa-se neste momento, com o pai ainda em vida, desarmar o que seria uma bomba relógio. Podem existir dúvidas de como será o andamento do negócio no futuro, mas a família empresária estará apta a enfrentar os conflitos com maturidade e serenidade.

Com a saída do meu pai, apenas um filho tomará as decisões do negócio? Não, mas é importante que cada um esteja ciente de seu papel no momento do planejamento sucessório. Existem várias formas de alinhar o papel que cada membro terá no negócio. Devem ser criadas estruturas de governança, independente do tamanho. É imprescindível que cada integrante da gestão da empresa tenha conhecimento de suas atividades e entregas.

Nos atendimentos às famílias do agronegócio pelo Brasil, nossos consultores identificaram algumas das principais dúvidas que geralmente, os filhos questionam sobre o Processo de Sucessão. A consultora em Gestão Familiar, Paula Rohde, apresentou os esclarecimentos sobre o tema.